(Viseu, 1994) é intérprete e criadora de teatro, e formadora de expressão dramática. Em 2015, licenciou-se em Teatro e Artes Performativas, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Em 2017, tornou-se mestre em Teatro – especialização em Encenação e Interpretação – pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, onde desenvolveu o seu projeto de investigação “La Petite Mort”, uma criação sobre o silêncio como material cénico.
Fez também formação com Mónica Calle, Nuno M. Cardoso, Lígia Soares e Filipe Crawford. Cofundou a estrutura colaborativa BANQUETE, de investigação e criação multidisciplinar em artes, da qual é investigadora e criadora associada.
Para televisão, já fez alguns trabalhos em publicidade, co-apresentou o programa “MTV Back to School” (2016) e a série “iMLOVE” (para a RTP, 2021).
Em Teatro e Performance (ou neste cruzamento disciplinar), entre outros, fez: “Isto não é uma praxe” (de Marcantónio del Carlo, 2014), “AD LUCEM…” (criação coletiva: BANQUETE, 2019), “Os Guardas do Museu de Bagdad” (a partir da peça de José Peixoto, com encenação de Graeme Pulleyn), com os formatos de leitura encenada (2019), espetáculo oficina (2019) e espetáculo (2020/2021), “Democracy Has Been Detected” (de Diogo Freitas e Filipe Gouveia, 2020/2021), o projeto “Diálogos” (criação com Joana Pupo, Emanuel Santos, Dennis Xavier, Graeme Pulleyn, César Prata e Patrick Murys, 2020/2021), “Como Perder um País” (de Diogo Freitas e Filipe Gouveia, 2021/2022), “Em lume brando” (criação própria; projeto vencedor da Convocatória A/B para novas criações, promovida pela Colecção B (Évora) e Um Coletivo (Elvas), 2021), “Pelo andar da carruagem” (do Teatro Regional da Serra do Montemuro, 2021), “Em banho Maria” (criação coletiva: BANQUETE, 2021), “CRUA” (criação coletiva: BANQUETE, 2021), “Passar as poldras” (de criação coletiva, 2022), “Beber até ao fim” (texto de Lígia Soares, no contexto do projeto NOVe, da Nicho/Graeme Pulleyn, 2022) e o “Peso da Pele” (da companhia Mochos no Telhado, a estrear em abril de 2022).