Iniciou-se no projecto PANOS, encenado por Graeme Pulleyn, no Teatro Viriato. Criou os projectos online de divulgação de poesia Odeapessoa e Dizedor. Frequentou a Royal Academy of Dramatic Arts, em Londres, no verão de 2010. Em 2011 ingressa na Escola Superior de Teatro e Cinema, onde se forma no ramo de Actores. Trabalhou com João Mota, Luis Miguel Cintra, Jorge Silva Melo, Giacomo Scalisi, Sónia Barbosa.
Co-fundou o Teatro da Cidade, escreveu “TOPOGRAFIA” (2017),“Agora, que o carro do sol já passou” (2018), “Karoshi” (2019), “Esquecimento” (2022) escreveu e encenou “que boa ideia, virmos para as montanhas” (2018), “Lamento de Ciela” (2019), “Invocação ao Meu Corpo” (2020), “Silêncio” (2021), este último em colaboração com Cédric Orain.
Em 2019 foi-lhe atribuído o prémio Autores SPA, na categoria Teatro – Melhor Texto Português Representado pela peça “Que boa ideia, virmos para as montanhas” do Teatro da Cidade. Desde então, escreveu para cinema e teatro, colaborando com diferentes artistas e colectivos. Em 2022/23 é responsável pela dramaturgia do projecto de Representação Oficial Portuguesa na Quadrienal de Praga 2023, com direcção artística de Ângela Rocha. Frequentou o Mestrado em Sociologia, no ISCTE – IUL. É, desde 2019, coordenador do projecto CRETA – laboratório de criação teatral, um projecto de programação financiado pelo Município de Viseu.